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A cantora fluminense Anitta (FOTO: Reprodução)

Apenas uma semana depois do lançamento do álbum “Kisses”, Anitta já apresentou novidades nesta sexta-feira (dia 12). Trata-se de “Ugly”, música inédita gravada exclusivamente para a trilha de “Ugly Dolls”, longa-metragem de animação produzido nos Estados Unidos. O filme, dirigido por Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim”) é baseado na linha diferenciada de brinquedos de pelúcia criado por Sun-Min Kim e David Horvath em 2001.

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A faixa cantada por Anitta reforça a mensagem do filme, que transmite a mensagem de mostrar que as diferenças devem ser aceitas e amadas, independentemente do que quão “feias” elas podem parecer para a sociedade. “Ugly” ganhou versões cantadas em inglês, espanhol e português por Anitta. Ouça todas abaixo:

A  música integra o álbum com a trilha sonora do filme que será lançado no 28 de abril. Essa foi a segunda canção divulgada, após a apresentação de “Broken & Beautiful”, da Kelly Clarkson. O filme estreia nos cinemas dos Estados Unidos no dia 3 de maio.

Anitta volta a afirmar que pretende se aposentar nos próximos anos

Tem muita gente que não acredita quando sites relacionam o nome de Anitta em manchetes sobre uma aposentadoria dos palcos. Mas este é um desejo real da cantora. A carioca confirmou sua vontade de se aposentar por volta dos 30 anos numa entrevista ao site espanhol Shangay.

“Pararei em alguns anos – em cinco ou seis anos. Não quero seguir cantando a vida toda. Essa profissão cansa muito: são muitas viagens, muita divulgação… Eu não faço nada pela metade. Coloco toda minha energia no que faço”, afirmou a cantora.

Quando deixar de cantar, Anitta contou que pretende se dedicar à família e aos filhos. Profissionalmente, ela revelou ainda seguirá como empresária artística, algo que ela já faz atualmente. “Sou uma mulher de negócios e também me dedico a outros artistas no Brasil. Vou potencializar essa parte”, explicou a cantora.

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“Talvez sinta falta de cantar, mas é que não gosto da concorrência que se cria entre os artistas. Não entendo que comparem continuamente as conquistas de artistas que tem mais de 40 anos com as conquistas de artistas mais jovens. Se noto a diferença de energia de quanto eu tinha 20 anos para agora, que tenho 26, imagine quando tiver 40. As pessoas são muito maldosas nesse sentido. Querem que as mulheres que passaram dessa idade, que mudaram a vida de outras mulheres na indústria, continuem lindas, bem sucedidas e trabalhando igual a antes. Não dá, amigo! Temos que valorizar o que fizeram por nós: se estou cantando e dançando é graças à luta de artistas que vieram antes e trabalharam que nem cachorras. Deixem-as em paz, que vivam um pouco a vida!”, concluiu a cantora.